segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

lindo

«Ontem chorei. Por tudo que fomos. Por tudo o que não conseguimos ser. Por tudo que se perdeu. Por termos nos perdido. Pelo que queríamos que fosse e não foi. Pela renúncia. Por valores não dados. Por erros cometidos. Acertos não comemorados. Palavras dissipadas.Versos brancos. Chorei pela guerra cotidiana. Pelas tentativas de sobrevivência. Pelos apelos de paz não atendidos. Pelo amor derramado. Pelo amor ofendido e aprisionado. Pelo amor perdido. Pelo respeito empoeirado em cima da estante. Pelo carinho esquecido junto das cartas envelhecidas no guarda- roupa. Pelos sonhos desafinados, estremecidos e adiados. Pela culpa. Toda a culpa. Minha. Sua. Nossa culpa. Por tudo que foi e voou. E não volta mais, pois que hoje é já outro dia. Chorei.» - Caio Fernando Abreu

fy

Sinto saudades dos tempos em que nada tínhamos haver um com o outro. Dos tempos, em que nada nem ninguém me relacionava contigo. Fuck you.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

smileeeeeeee

Obrigada por me fazerem rir até chorar. Afinal, o que seria de mim, se passa-se um dia sem sorrir?

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

again

Custa-me saber que o teu tempo para mim tem sido escasso. Compreendo que agora tenhas mais preocupações e compreendo que tenhas muitos motivos para pular de alegria. Muito sinceramente, estou feliz por ti. Sei que te sentes bem e gosto de te ver assim.
É duro ver que continuas a fazer a mesma coisa. A tua falta de atenção, tem sido constante. Não correspondes a nada que te faço ou digo. Já não consigo largar tudo nas tuas mãos e fazer-te entender o que sinto... esperava mais do que isso.  Esperava que entendesses tudo sem te explicar nada...
Por vezes, perguntas isto ou aquilo mas nada é igual e não esperava isso de uma pessoa que me conhece como as palmas das suas mãos. Consigo ser muito directa, mas contigo, raramente o sou. Muito menos nestes tempos.
Continuo à espera que essa tua preocupação venha a ser sincera e que não seja por uma simples "obrigação". Talvez entendas o porquê de ser tão desagradável.
 Costumas ser o meu ponto de abrigo, mas acredita, por muito que me custe dizer, não o tens sido...

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

distance

Todos temos dias em que nos vêm lembranças à cabeça. Todos temos dias em que as emoções estão à flor da pele. Tal como hoje.
Tenho pensado muito se te deveria escrever, ou não. Mas acho que se tornou um hábito, apenas pelo simples facto de saber que lês tudo o que escrevo. Apenas desejava não soltar nem mais uma palavra sobre ti.
É certo que agora existe um grande clima de gelo entre nós. É estranho cortarmos relações por completo. Estava habituada a ter-te de volta, mais tarde, ou mais cedo. Nem um simples " olá " restou. Custa-me falar-te. Aliás, custa-me olhar-te nos olhos e dirigir-me a ti. Custa-me lançar-te um sorriso, sem que tenha de pensar duas vezes.
Gostava muito de puder mudar e conseguir falar-te com normalidade. Mas, trata-se do meu orgulho, e não consigo ultrapassa-lo.
Talvez estejamos destinados a ficar assim... desligados um do outro.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

love

" Numa época em que os desejos duram o tempo de uma estação, amar virou coisa de gente corajosa"

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

friendship

Bem dita à hora em que "voltas-te" para mim. Dias já não são dias, senão estiveres presente. Porque achas que apenas hoje regressei à minha normalidade? É tão simples de perceber que te tornas-te essencial na minha vida... "cara de peido".

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

when ?

Por momentos, pensei que tudo se tivesse ido a baixo. Uns magoam, outros magoam... chegou. Ás vezes, chego mesmo a pensar que nada mais tenho a fazer aqui. Já nada me transmite revelação, consigo prever tudo e todos, e nada me surpreende. Gosto das coisas mais inesperadas, únicas e surpreendestes. Por aqui, parece que já nada é assim. Grande parte de todas as coisas, às quais eu dou/ dava um grande valor, me desiludem a cada dia que passa. Especialmente vocês... sinto-me derrotada por todas as vossas discussões, ignorâncias... nem eu própria, neste momento, tenho algo a dizer-vos. Faltam-me as palavras certas, nos momentos certos. Falta-me a minha constante força, para vos segurar.
Desta vez, já nada posso fazer para manter-vos unidos. Agora, trata-se apenas de vocês. Cada um que lute por si e tente, se ainda o quiserem. Já sou suficientemente crescida para entender certas coisas. Façam o que acharem melhor para o nosso lar. Apenas quero que sejam felizes porque eu, cá me aguento. Independentemente do que possa acontecer, serão sempre o meu pilar, a minha maior certeza.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

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Não sei ao certo o que fazer e tão pouco, o que te dizer. Sinto que estou a ir e quando chegar, não poderei voltar atrás... É estranho, aliás, estranho de mais.