quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

where?

Não existe nenhuma morada, para a qual eu me possa dirigir. Não existe um email, para te perguntar como tens estado. Não existe nunhuma foto, para puder ver como estás. Não existe alguém, que me leve a ti. Não existe um: então Catarina, ao tempo...
Afinal, onde andas? Dá-me um sinal urgentemente, para saber se ainda estás vivo... Tenho pensado bastante em ti.

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